A cabeça conta histórias.
Histórias de embalar.
O corpo escuta as histórias
Até acreditar.
E quando a noite chega
E quando a vontade falha,
O corpo só quer dormir
Enquanto a cabeça ralha.
Já fui por aí.
Sou sol nado e sol posto.
Já passei o que não vivi.
Já vivi a contragosto.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
A cabeça sabe o que faz.
Sabe o corpo com a certeza
De quem já não olha para trás
De quem esconde debaixo da mesa.
E cala a voz,
Deixa-te dormir.
Há lugares bons a visitar.
E cala a voz,
Deixa-te ir.
Há um lugar à beira-mar.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
Engole a pastilha.
Sem comentários:
Enviar um comentário